O homem do futuro

Sábado eu consegui convencer o Eliel de assistir ao filme “O homem do futuro” comigo no cinema. Ele tem um incrível preconceito por filmes nacionais (justificável, até certo ponto), por isso a tarefa de convencê-lo é tão árdua! E o melhor: ele admitiu que gostou depois. Eu achei o filme muito bom. Uma comédia romântica com a cara (e a música) dos jovens brasileiros de 20 anos atrás, que mistura “De volta para o futuro” com “Efeito Borboleta” (o meu filme preferido!). Parece confuso, mas o diretor Cláudio Torres conseguiu um excelente trabalho com todas essas ideias misturadas. Nem preciso dizer que o Wagner Moura está ótimo e a Aline Moraes linda né!

Acho que o cinema brasileiro está tomando uma nova cara. Antes, se não houvesse muita gente fazendo sexo, ou falando sobre isso, certamente o filme não era brasileiro. Depois passaram a ter a marca registrada das favelas, do tráfico de drogas ou das penitenciárias (mais o sexo, é lógico). De uns tempos pra  cá, as histórias, apesar de mais previsíveis e americanizadas, estão mais leves e envolventes! Não tenho preconceito nenhum em copiar o que dá certo e apreciar o que outras culturas trazem pra gente!

Mas não é sobre isso que eu vim falar aqui hoje. Afinal eu não sou nenhuma crítica de cinema e não quero ninguém discutindo comigo sobre “valorizar a cultura brasileira” e “não se deixar influenciar pela cultura consumista dos EUA”!

A ideia dos post é falar sobre o tempo! Acho que todo mundo já pensou que se pudesse voltar no tempo faria muitas coisas diferentes. Teoricamente, se você sabe quais ações geram quais consequências, você pode manipular a trajetória da sua história não é!? Mas o que a gente não sabe é qual a consequência das novas ações tomadas. Portanto o futuro continua incerto!

Além disso, imagine quão enfadonha seria a sua vida se nada te surpreendesse! Para as coisas ruins você estaria preparado (talvez até sofresse por antecipação), mas também seria privado daquelas surpresas boas, aquele friozinho na barriga ao encontrar um pessoa especial, a festa surpresa de aniversário, os elogios inesperados do namorado… E aquelas besteiras que a gente faz, que acabaram tendo alguma coisa boa, alguma experiência ou só motivos para rir depois?

Isso é a vida! Deus fez assim! Se Ele quisesse que soubéssemos de tudo antes de acontecer ele programaria o nosso cérebro para ter um giro, uma área cortical, responsável pela previsão das nossas ações. Isso seria fácil pra Ele fazer!

Por que estou falando escrevendo tudo isso? Porque quando nos arrependemos de alguma decisão que tomamos (ou não), sempre pensamos: se eu tivesse feito diferente… as coisas estariam de tal jeito. Mas não tem como dizer como estaria. Não vale a pena perder tempo se lamentando. É melhor pensar como a vida está e o que fazer com ela desse jeito!

Ufa! Desabafei! rsrs

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