Esmalte da semana #08

Demorei mas postei! O esmalte dessa semana foi um presentinho da minha Mamis. É o cremoso Verdiwi da Quem Disse, Berenice? mais o Flash da coleção Famosa da Colorama, quem tem efeito spray.  É lindo, mas precisou de 3 camadas do verde pra ficar assim, porque mancha um pouquinho. Mas eu adorei! Vocês gostaram?

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Sobre assovios e igualdade

Por Brunín Assis

chegadefiufiuselothumbOutro dia eu voltava da padaria quando topei com uma mulher sentada ao pé de uma árvore. Ela me encarou da cabeça aos pés e disse, naquele tom que só pedreiros têm o dom de fazer: “Nossa, a visão desse bairro está muito melhor que eu imaginava!”. E continuou me encarando. Ao contrário do que muitos homens podem pensar, não fiquei feliz por receber um elogio avulso de uma aleatória na rua. Nem parei para ver se era bonita ou não. Achei estranho, apressei o passo e fui para casa direto.

Aconteceu uma única vez, em uma situação muito específica. E nem bonito eu sou. Agora imagina como é o dia a dia de uma mulher atraente e que deve receber pelo menos um assovio na rua a cada vez que sai de casa. Isso para não falar de comentários piores que ela deve ouvir todos os dias.

Vou dar outro exemplo que é bem comum no universo masculino. Ao sair de carro com um amigo, sempre rolam comentários sobre as mulheres na rua. Isso é algo normal. O problema é quando soa aquela buzina e ele grita “GOSTOSA!” pela janela. Já estive por diversas vezes no banco do carona quando o motorista fez isso. Minha vontade era esconder o rosto e pedir desculpa para a mulher pela estupidez alheia. Pena que não era possível.

Mas vamos com calma, não sou desses extremistas que defende que até olhar para uma mulher na rua é desrespeito. Não é. Tenho certeza de que quando passa um homem bonito ao lado de vocês o pescoço também quebra. Olhar não é o problema. O desrespeito é.

Como homem, é frustrante tentar argumentar com alguém que faz esse tipo de coisa. A primeira coisa que ele vai dizer é que você é gay e que não é possível que você também não achou a mulher gostosa (e essas “atitudes gays” podem ser assunto para um futuro post). A segunda coisa, e infelizmente muito comum, é dizer que a mulher o provocou. Que aquele decote era um convite para ser chamada de gostosa. Que aquele shortinho pedia por um assovio.

Semana passada eu falei rapidamente sobre como era difícil julgar uma pessoa só pela roupa que ela veste e volto a reforçar. Não é uma roupa que vai caracterizar ninguém. É fácil taxar mulheres com vestido abaixo do joelho como fanáticas religiosas. Da mesma forma é fácil dizer que mulheres com shortinho e top são piriguetes. O difícil é chegar até elas na boa e conversar e aprender mais sobre elas. Aquela “piriguete” pode ter phd em física quântica e estava com calor no dia. Ou a “fanática religiosa” pode ser uma enviada do satanás que chupa sangue no cemitério à noite. Vai saber…

E uma roupa também não dá direito a nenhum homem de fazer nada, seja verbal ou físico. No meu mundo utópico, as mulheres podem sair na rua com a roupa que bem entenderem e nenhum homem iria incomodá-las. É aquela ideia que as feministas defendem e que todo o mundo deveria defender também: a mulher faz o que quiser com o próprio corpo. Usa as roupas que julgar mais adequadas e ninguém tem nada a ver com isso. Se um homem pode fazer isso, as mulheres podem fazer também.

É uma questão de direitos iguais. Aliás, direitos iguais não é uma mulher poder gritar na rua que um homem é gostoso e assoviar para ele. Direitos iguais é os dois se respeitarem e seguirem suas vidas sem serem incomodados.

Eu acredito que a mentalidade dos homens vá mudar um dia. Eu sei como é difícil me livrar de muitos conceitos que foram passados desde que éramos crianças. Aos poucos, claro, dá para perceber que essa mentalidade está mudando. É um processo lento, mas vamos, juntos, fazer um mundo muito melhor para todos.

Glamourosa até o fim da festa

Cá entre nós: tem coisa mais feia que mulher que chega deusa na festa e sai parecendo uma mendiga? Acho horrível! Descabelada, vestido todo amassado, salto na mão, aquele olho de panda, sem nenhum vestígio do batom vermelho do início da festa, suada e bêbada. Muito feio. Mulher elegante chega linda e vai embora linda.

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A revista Manequim deste mês, publicou na coluna “Palavra Final” a matéria 6 dicas para ficar linda até o fim da festa. Achei as dicas muito válidas e resolvi trazer pra vocês:

  1. Roupa impecável: escolha  peças feitas com tecidos que não amassam facilmente (crepe de seda, georgette, tafetá, tecido paetizado, seda ou algodão acrecidos de poliéster). Minha opinião: Quer curtir muito? Então procure um modelo confortável, versátil, que não vai deixar você passar vergonha. Não adianta comprar uma roupa maravilhosa que só dá certo se você ficar em pé a noite toda! Pense em todas as possibilidades e teste a roupa antes de comprar: sente, levante, dê uma dançadinha no provador! Passou no teste? Pode levar!
  2. Make durador: Invista em produtos a prova d’água e comece a maquiagem aplicando um bom primer no rosto.
  3. O brinco perfeito: Alguns dias antes da festa, teste seus brincos por algumas horas para descobrir se eles causam algum tipo de alergia ou se são pesados demais e te incomodam.
  4. Necessaire essencial: Carregue na bolsa pó, batom e blush para retocar o make. Retocar o perfume também é bom e as opções em roll-on são as mais indicadas. Minha opinião: um item que numca falta na minha bolsa de festa são lenços matificantes, aqueles que tiram a oleosidade da pele sem tirar a maquiagem. São ótimos! Os últimos que comprei são da NYX e já comentei sobre eles aqui. Sobre o perfume roll-on, não são todas as fragrâncias que encontramos nesse formato né! Então vale aqueles porta perfumes pequenos para bolsa.
  5. Sem descer do salto: Se não quiser estragar a produção, nunca desista do sapato! Prefira saltos grossos e, se necessário, utilize palmilhas de silicone para amortecer o impacto. Minha opinião: de que adianta aquele salto 15 chiquetérrimo se você não aguenta ficar em cima dele?
  6. Fios no lugar: Sprays de alta fixação são mais que necessário. Se tiver cabelos finos, uma boa saída é optar por looks com fios ligeiramente fora do lugar, que fica mais bonito por mais tempo.

 

Sobre vestidos e desatenções

Por Brunín Assis

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Pense na seguinte situação: você passou horas para escolher a roupa ideal, experimentou trinta e sete blusas, vinte e três calças, quinze vestidos, testou todos os seus acessórios, fez várias combinações com sapatos e finalmente ficou pronta. Olhou-se no espelho e teve certeza de que era a pessoa mais bonita do mundo. Então quando se encontrou com o namorado/ficante/pretendente, ele soltou aquele automático “tá linda amor, vamos?”. Soa muito frustrante, mas aposto que você já passou por isso.

Inclusive tenho que pedir várias desculpas. Já fiz isso algumas vezes e, na maioria delas, foi por pura desatenção. Alguns homens são mais ligados em moda e em detalhes do que outros. Isso é um fato. Eu faço parte dos que não sabem a diferença entre uma calça saruel e uma capri (sim, eu tive que googlar para ver nomes de calças). Pouco vai me importar se a calça que está em você custou mais de 300 reais ou se você comprou em algum polo de modas por 30. Aliás, dificilmente vou perceber se era a mesma calça que você usou ontem ou se acabou de comprar.

Eu juro que isso não é falta de carinho, é só desatenção mesmo. Eu e muitos outros homens simplesmente não reparamos nisso. É o mesmo problema que temos com datas comemorativas, com a diferença de que é impossível colocar um lembrete no Google Agenda a respeito de uma roupa nova.

Outra situação que vocês já devem ter vivenciado: após se arrumar toda, você sai para encontrar com o cara no restaurante e lá está ele com uma camisa de time de futebol, uma bermuda e um tênis. Você pensa: “Como ele teve coragem de sair assim para se encontrar comigo?”.

Simples, a roupa pouco importa. Vou me usar como exemplo: gosto muito de usar bermuda. Minha roupa padrão é uma camisa simples, uma bermuda abaixo do joelho e um tênis. Ou um chinelo, dependendo da situação. Só fujo deste padrão quando as convenções sociais me impedem – como no ambiente de trabalho ou em festas formais, por exemplo. Pode me dizer o que quiser, mas sempre vou prezar pelo meu conforto a me importar com a opinião de outras pessoas.

E eu não vou te julgar se você aparecer com uma camisa do Galo em um encontro romântico. Pelo contrário, vou é achar bem legal. Eu sei que a roupa diz muito sobre uma pessoa, mas o outro lado também é válido. Se você souber usá-la a seu favor, ela também poderá servir para mascarar muitas características negativas sua. Por isso é tão difícil julgar uma pessoa só pela roupa que ela veste e eu raramente me atrevo a fazer isso (e isso será assunto para o texto da próxima semana).

Aliás, se for sair comigo é só caprichar no perfume. Essa é a única coisa em que sempre reparo e, se for bom, vou elogiar todas as vezes.

P.S.: Às vezes eu me paro pensando sobre aquela máxima de que mulher se veste para as outras mulheres. Os milhões de “#LookDoDia” no Instagram estão aí para mostrar isso. Depois de tudo que eu escrevi aqui, vocês concordam com a afirmação?

Sweet dreams

Fiquei maravilhada com as fotos dessa artista e mãe do bebê das fotos, Queenie Liao. Inspirada em contos de fada e nos próprios sonhos, ela monta cenários com tecidos, roupas e bichinhos de pelúcia e coloca seu bebê dormindo nestes cenários. O resultado são essas fotos fofas que vocês veem aqui. Muito gracinha né!

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Lembra das “Viagens de Gulliver”?

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E que tal esse Tarzan?

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Imagens: Home Designing